03/04/2019 às 16h55min - Atualizada em 05/04/2019 às 11h42min

Novo workaholic trabalha, pratica esportes e tem tempo para diversão segundo pesquisa divulgada recentemente

Os empresários hoje estão subvertendo o jogo corporativo. Eles ainda têm resultados a entregar, mas constroem rotinas criativas a partir do esporte, do lazer e da família

DINO - http://www.grupobjetiva.com
http://www.dino.com.br/releases/novo-workaholic-trabalha-pratica-esportes-e-tem-tempo-para-diversao--segundo-pesquisa-divulgada-recentemente-dino890203096131


Hoje em dia, dificilmente alguém trabalha só 40 horas por semana.... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2013/10/18/workaholismo-saiba-quando-o-vicio-em-trabalho-pode-virar-doenca.htm?cmpid=copiaecola
Hoje em dia, dificilmente alguém trabalha só 40 horas por semana.... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2013/10/18/workaholismo-saiba-quando-o-vicio-em-trabalho-pode-virar-doenca.htm?cmpid=copiaecola
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Hoje em dia, dificilmente alguém trabalha só 40 horas por semana. Segundo pesquisa realizada no primeiro semestre de 2019 pela Isma (International Stress Management Association), o workaholic (profissional viciado em trabalho) tem trabalho quase o dobro desse tempo.

O Woekaholic é uma expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra). Workaholic, então, é um viciado em trabalho. As pessoas assim sempre existiram; no entanto, as últimas décadas acentuaram sua existência motivada graças à alta competição, necessidade - talvez mais adequado seria dizer obsessão - de dinheiro, vaidade, sobrevivência ou ainda alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.

Os executivos hoje estão subvertendo o jogo corporativo. Eles ainda têm resultados a entregar, mas constroem rotinas criativas a partir do esporte, do lazer e da família.

E o caso do empresário e Relações Públicas, Thiago Miranda. A frente do Grupo Objetiva de Comunicação o jovem de 33 anos, consegue conciliar sua agenda que começa as 7:00 horas da manhã e não tem hora para acabar. Desde uma ida rápida a academia, como dezenas de reuniões em um único dia, ele ainda consegue tempo para se divertir e ainda cuidar das pendências da casa. Um dos relações publicas mais requisitados do Brasil que representa marcas como Tiffany, Claro, Trousseau, Pousada Inacia, Kenoa Resort, Mitsubishi, camarotes e bastidores de grandes shows nacionais e internacionais o jovem garante que ainda consegue conciliar tudo isso numa boa. Ele brinca que o mais difícil não e trabalhar essas horas todas, e sim dizer não e controlar listas, ego, vaidades, e gerenciar 4 telefones que tocam o dia todo.

Ser workaholic é o profissional que não consegue ou tem grande dificuldade de se desconectar do trabalho, o que importa não é o número de hobbies e atividades esportivas que ele encaixa na rotina. O desafio para esse executivo é o poder de se desligar.

Esse movimento ganhou impulso com uma mudança na cultura das empresas na década de 90, quando começa a implantação dos programas de qualidade de vida. A geração que estava, então, em início de carreira já recebeu esse novo modelo mental de autogerenciamento nos seus anos de formação.

Para o filósofo francês e consultor empresarial Jean Bartoli, que há mais de 25 anos vive no Brasil, cresceu a percepção de que o dia ficou mais curto e a jornada, mais acelerada. “O perfil do workaholic, que nos anos 1990 ainda era exceção, se generalizou”, diz. A compulsão pelo trabalho virou uma epidemia.

Antes, eram casos isolados, de indivíduos que encontravam no trabalho uma fuga para as frustrações da vida, ou de determinadas pessoas dependentes de adrenalina que usavam o trabalho para obter a carga hormonal necessária para satisfazer seu sistema nervoso. Resumindo, o workaholic do passado era uma pessoa que usava o trabalho para mascarar um desequilíbrio pessoal.



Website: http://www.grupobjetiva.com
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