17/07/2019 às 09h30min - Atualizada em 17/07/2019 às 09h42min

O dilema dos pais: equilibrar afeto e limites

No mundo contemporâneo cada vez mais as pessoas tem dificuldades em conciliar, trabalho, lazer e família. No entanto, é importante saber como aplicar as metodologias de ensino para uma boa educação.

DINO
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Os pais vivem atualmente alguns dilemas angustiantes: oferecem aos nossos filhos um caminho por demais florido, plano e pavimentado, mas tem a certeza de que mais tarde irão percorrer trilhas e escarpas pedregosas; protegem as nossas crianças e adolescentes das pequenas frustrações, mas bem sabem que a vida, mais tarde, fatalmente se encarregará das grandes; tudo fazem para não privar os filhos de conforto, bens materiais, shoppings, lazer etc., mas, agindo dessa maneira, não estão criando uma geração por demais hedonista e alheia aos problemas sociais?

Para esses paradoxos, não há manual de instruções. Mas, se houvesse, duas palavras comporiam o título deste manual: afeto e limites. São pratos distintos de uma balança em que há de prevalecer o equilíbrio, a medida certa e o bom senso. Mais do que no passado, o jovem de hoje, ao percorrer o seu caminho, encontra muitas bifurcações, tendo, com frequência, de decidir entre o bem e o mal, entre o certo e o errado.

Em cada etapa da vida, é bom que o nosso educando cometa pequenos erros e seja responsabilizado por eles. Além disso, é preciso que tenha clareza das nefastas consequências dos grandes ou irreversíveis erros, para que possa evitá-los. Por exemplo: gravidez indesejada e DST; exposição excessiva ao risco; envolvimento com drogas, álcool, tabaco, brigas violentas, furtos etc.

Nós, pais, vivemos atualmente alguns dilemas angustiantes: oferecemos aos nossos filhos um caminho por demais florido, plano e pavimentado, mas temos certeza de que mais tarde irão percorrer trilhas e escarpas pedregosas; protegemos nossas crianças e adolescentes das pequenas frustrações, mas bem sabemos que a vida, mais tarde, fatalmente se encarregará das grandes; tudo fazemos para não privar nossos filhos de conforto, bens materiais, shoppings, lazer etc., mas, agindo dessa maneira, não estamos criando uma geração por demais hedonista e alheia aos problemas sociais?

Para esses paradoxos, não há manual de instruções. Mas, se houvesse, duas palavras comporiam o título deste manual: afeto e limites. São pratos distintos de uma balança em que há de prevalecer o equilíbrio, a medida certa e o bom senso. Mais do que no passado, o jovem de hoje, ao percorrer o seu caminho, encontra muitas bifurcações, tendo, com frequência, de decidir entre o bem e o mal, entre o certo e o errado.

Em cada etapa da vida, é bom que o nosso educando cometa pequenos erros e seja responsabilizado por eles. Além disso, é preciso que tenha clareza das nefastas consequências dos grandes ou irreversíveis erros, para que possa evitá-los. Por exemplo: gravidez indesejada e DST; exposição excessiva ao risco; envolvimento com drogas, álcool, tabaco, brigas violentas, furtos etc.

Jacir J. Venturi, coordenador da Universidade Positivo, é presidente do Sinepe/PR.



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