13/11/2019 às 18h09min - Atualizada em 13/11/2019 às 18h21min

Cidade Matarazzo: mudando a paisagem de São Paulo e apostando em tecnologia para otimização da gestão de obra bilionária

Além de auxiliar na modelagem dos projetos, soluções da Audotesk viabilizam trabalho coletivo de gestão do projeto

DINO
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Cidade Matarazzo AX4B


Nas proximidades da principal avenida de São Paulo encontra-se o antigo Hospital Matarazzo, fechado por quase duas décadas. O complexo foi comprado em 2011 pelo francês Alexandre Allard, que com sua visão inovadora e, reunindo alguns dos melhores arquitetos, designers e artistas do mundo, criou um projeto único que visa a revitalização dos edifícios históricos e a criação de um ícone para a cidade de São Paulo. O empreendimento oferece uma combinação de hospitalidade, varejo, gastronomia, cultura e entretenimento, no maior parque privado de São Paulo, com árvores centenárias e flora tropical.

Num terreno de 27.419m², temos as seguintes construções:

  1. Restauro do Complexo do antigo Hospital Matarazzo, incluindo a Capela Santa Luzia e Maternidade Condessa Filomena Matarazzo;
  2. Construção da Torre Mata Atlântica assinada pelo arquiteto Jean Nouvel;
  3. Construção de um edifício Comercial com fachada assinada pelo arquiteto Rudy Ricciotti.

O Hotel Rosewood São Paulo, primeiro hotel da bandeira Rosewood na América do Sul, que ocupará a antiga maternidade e a Torre Mata Atlântica, terá interiores assinados pelo renomado designer Philippe Starck.

O antigo Hospital Umberto I foi tombado pelo patrimônio histórico da cidade e obteve aprovação do Condephaat  (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e do Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental). Sendo assim, as construções existentes só podem sofrer alterações de acordo com cada grau de tombamento dos prédios do complexo, sendo a capela e maternidade com o grau mais alto de proteção.

O empreendimento já enfrentou diversos desafios desde a sua aprovação até o momento atual da obra. Por ser uma construção existente, a equipe técnica encontrou diversas surpresas ao longo das inspeções e execução, como fundações antigas e construções não mapeadas. Visando as melhores soluções técnicas, mais de 50 projetistas e consultores nacionais e internacionais estão envolvidos no projeto com uma base de dados de projeto de mais de 70mil documentos emitidos.

Para minimizar alguns obstáculos do projeto, a AX4B implantou o BIM 360 Docs, uma ferramenta de gestão de documentos e obras com um repositório para armazenar arquivos em que é possível visualizar as plantas, modelos 3D, fazer markups de revisão de projeto e enviar mensagens para outros usuários. Além disso, a AX4B também migrou os dados da ferramenta que era utilizada anteriormente pelo grupo e colocou todas as informações no BIM 360 Docs, capacitando toda a equipe envolvida nesse projeto.

“A implantação otimizou a comunicação durante o desenvolvimento, pois num empreendimento desse porte, perdíamos muito tempo em reuniões extensas e improdutivas, assim como a coordenação de projetos no processo de compatibilização. Notamos que durante reuniões, engenheiros e projetistas passaram a acessar o BIM360Docs para visualizar os projetos e modelos BIM, tirar dúvidas e questionar os envolvidos no momento da reunião, sanando as dúvidas e reduzindo a necessidade de futuros encontros, o que não acontece quando você não tem o acesso rápido à informação.”, explica Alexandre Vasconcelos, BIM Manager no Cidade Matarazzo.

Atualmente são mais de 125 pessoas que utilizam o BIM 360 Docs no projeto. A iniciativa trouxe melhoria nos processos e facilidade no acesso aos documentos. As sugestões e correções podem ser rapidamente acessadas na ferramenta via dispositivos móveis, via web ou desktop, gerando economia de tempo para todos os envolvidos.

A ideia é adicionar mais ferramentas e usos do BIM, principalmente para a entrega de “as built” e manual de uso e operação pensando na experiência do cliente final – com o uso das soluções Autodesk.

“O BIM amplia o uso da tecnologia na construção civil. Conforme avançamos na modelagem para projetos, orçamento e planejamento, buscamos melhores soluções para extrair o máximo dos modelos. Estamos testando o BIM 360 Ops e entendemos que ele é o reflexo da construção na operação, aproximando as incorporadoras dos projetistas, construtoras e clientes finais. Além de possuir uma interface amigável, que minimiza os impactos negativos de uma migração de software de operação”, explica Laura Nogueira, BIM Manager no Cidade Matarazzo.

A equipe do Cidade Matarazzo será pioneira no uso do BIM 360 Ops integrada ao Forge, o time já está testando o Ops e mapeando as necessidades de customizações. A equipe está empenhada em explorar as soluções Autodesk para todo o ciclo AECO.

 

 



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