19/11/2019 às 17h35min - Atualizada em 19/11/2019 às 17h42min

Nos sete meses de 2019, Brasil registra queda na violência perante dados do ano passado

Em julho deste ano houve 3,1 mil homicídios, frente a 4,1 mil em julho do ano passado. Ao longo dos sete primeiros meses do ano, foram 24,4 mil assassinatos, 7,1 mil a menos que no mesmo período de 2018

DINO
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O país registrou queda de mais de 22% nos homicídios e mortes violentas ao longo dos primeiros sete meses de 2019 (em comparação com o mesmo período do ano passado). Os dados são do G1.

Em julho deste ano houve 3,1 mil homicídios, frente a 4,1 mil em julho do ano passado. Ao longo dos sete primeiros meses do ano, foram 24,4 mil assassinatos, 7,1 mil a menos que no mesmo período de 2018. A queda do número de mortes violentas é a maior dos últimos 11 anos, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança pública – com 13%.

Ceará, Rio Grande do Norte e Acre foram os estados com queda acentuada de mortes violentas

Uma parceria entre o Monitor da Violência e o G1 gerou um levantamento com o NEV – USP (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo), e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Constatou-se que:

- Durante o período analisado, todos os estados tiveram redução de mortes violentas;

- Foram, exatamente, 7.109 mortes a menos nos sete primeiros meses do ano;

- Ceará, Rio Grande do Norte e Acre foram os três estados que tiveram queda superior a 30%.

O que explica a tendência de queda?

De acordo com a consultoria realizada nos três estados com maior queda (Acre, Rio Grande do Norte e Ceará), foram elencadas as principais medidas adotadas pelos governos dos estados para o combate contra a violência. Dentre elas é possível citar:

- Criação de secretarias para lidar exclusivamente com a administração penitenciária;

- Integração entre as forças de justiça e segurança;

- Maior rigidez dentro das prisões, com adoção de operações de revistas e implementação do RDD – Regime Disciplinar Diferenciado.

- Criação de uma delegacia para investigação de homicídios;

- Adoção de programas de prevenção social;

- Transferências para presídios de segurança máxima ou isolamento de chefes de grupos criminosos;

- Mais investimento em inteligência policial.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública ainda atribuiu os esforços de governos estaduais e do governo federal à queda do número de mortes violentas no Brasil.

O ministro Sergio Moro citou as transferências de chefes de facções criminosas para penitenciárias federais e os recordes de apreensão de drogas do ano como exemplos que surtiram efeitos no número de assassinatos. O Ministério ainda afirmou que o Governo está promovendo formas de retomar o controle interno de diversos presídios pelo País.

Empresa de segurança é alternativa para famílias e empresas

O serviço de Portaria Remota, oferecido por uma empresa de segurança como o Grupo Generall, é uma opção para otimização de segurança que está crescendo por ser ideal aos condomínios, às empresas ou residências.

A Portaria Remota é opção para pessoas e empresas que precisam de segurança constante e monitoramento. Em um país ainda bastante violento, as empresas de segurança fornecem total confiabilidade e preparo, como é o caso das equipes da Generall.

Navegue pelo site para saber mais sobre o Grupo Generall e como funciona o serviço de Portaria Remota e  monitoramento.



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