25/04/2019 às 16h47min - Atualizada em 26/04/2019 às 00h00min

Estimular o diálogo e apoiar ideias em todos os níveis hierárquicos é dica para empresas brasileiras

Para Scott Cook, fundador da Intuit, as empresas precisam ser ambidestras, combinando execução de excelência com inovação

DINO - http://www.quickbooks.com.br


Mesmo em tempos de mídias sociais, em que todos parecem ter voz ativa, com retorno imediato, dois conselhos clássicos – deixe as pessoas falarem e as ideias florescerem – ainda são a melhor estratégia. A dica de Scott Cook, fundador da Intuit, multinacional de sistemas de gerenciamento financeiro, foi passada para a plateia de um encontro na Universidade de Stanford, no Computer History Museum, organizado por alunos brasileiros, em abril.

O comentário veio à tona quando Cook se referiu a como surgiu a Intuit, há 35 anos, no Vale do Silício (Califórnia), EUA, durante entrevista realizada pelo empresário Jorge Paulo Lemann, que abordou temas como reflexões sobre levar a cultura da inovação às empresas, como contratar as pessoas certas e os benefícios da experimentação rápida e barata.

Em resposta, o executivo disse que, foi deixando as pessoas falarem que ele e sua equipe descobriram que não tinham conhecimento sobre contabilidade, e assim surgiu o QuickBooks, sistema de gestão financeira que simplifica e impulsiona os negócios de micro e pequenas empresas e profissionais autônomos, que hoje conta com mais de 4 milhões de usuários ao redor do mundo.

Sobre as ideias florescerem, Cook também disse que acredita que elas devem ser incentivadas, especialmente quando se trata de funcionários mais jovens, em posições inferiores na hierarquia, assim os gerentes se tornam, cada vez menos, os tomadores de decisão. Para ele, as empresas precisam ser ambidestras, combinando execução de excelência com inovação.

No Brasil, não é apenas uma tendência deixar o cliente falar. A empresa conta com a área de XD (Experience Design), que faz a imersão no dia a dia do cliente para entender o que eles precisam e assim, aprimorar os processos do sistema de gestão financeira.

De acordo com o country manager da Intuit no Brasil, Lars Leber, essa é uma forma de trabalho relativamente nova no Brasil e muitos clientes ainda estão se adaptando a esse conceito. “Temos a preocupação de entender profundamente o dia a dia do cliente, pois isso reflete diretamente na proposta de valor que queremos oferecer. Para isso, redobramos o cuidado, buscamos nos certificar de que não há nenhum ruído entre o que os nossos clientes dizem e o que entendemos, para entregarmos experiências cada vez mais surpreendentes.”, diz Leber.

Sobre a Intuit

A Intuit desenvolve sistemas de gestão financeira que simplificam e impulsionam os negócios de micro e pequenas empresas, além de profissionais autônomos.

O portfólio de produtos da empresa no Brasil é da família QuickBooks, que tem mais de 4 milhões de usuários ao redor do mundo.

Fundada em 1983, nos Estados Unidos, a companhia emprega cerca de 8 mil funcionários e registrou uma receita global de 6 bilhões de dólares no ano fiscal de 2018.

Considerada pela Forbes uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo, a Intuit está presente no Brasil desde 2015 e tem escritórios nos cinco continentes, em países como Austrália, Canadá, Estados Unidos, Índia, Israel e Reino Unido.

Outras informações sobre a empresa estão no site www.quickbooks.intuit.com/br.

 

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