06/04/2020 às 11h37min - Atualizada em 06/04/2020 às 11h42min

Empréstimo entre pessoas, realizado via app, traz soluções em meio ao cenário de maior instabilidade financeira

Sem precisar sair de casa, o modelo adotado pela fintech Bullla, elimina a intermediação bancária e apresenta juros de 1,7% a 5,5% ao mês, taxas menores que as ofertadas pelas instituições financeiras tradicionais do país

DINO
http://www.bullla.com.br


O isolamento social por causa do novo coronavírus está movimentando um novo mercado: o de empréstimo digital entre pessoas. Não é mais necessário ir ao banco; na palma da mão, via celular e sem burocracia, o Bullla conecta quem precisa de dinheiro com pessoas que têm para emprestar. A primeira fintech do país a operar no modelo SEP (Sociedade de Empréstimo entre Pessoas) possibilita aos tomadores de empréstimos acesso a taxas mais atrativas do que as disponíveis atualmente e, aos investidores, a possibilidade de melhores retornos.

Aprovado pelo Banco Central em setembro de 2019, o Bullla completou dois meses de operação, com mais de 15 mil cadastros ativos, movimentação de mais de R$ 200 mil em empréstimos e taxa média de 3,9% ao mês.

David, morador do município de Cambé, no Paraná, precisou trocar de carro e assumiu altas prestações mensais. Sem contar com o novo cenário, as contas começaram a se acumular e, por isso, foi em busca de empréstimos em instituições financeiras tradicionais. “Não consegui nada que não me cobrassem uma taxa menor que 14% ao mês. Sem falar do prazo de pagamento apertado”, conta o paranaense.

Por meio do aplicativo, David se conectou com o Fernando, de São Paulo, e conseguiu seu empréstimo de R$ 1 mil, em 12 parcelas. “Eu e o Fernando conversamos, expliquei a minha situação e ele topou me ajudar. Estou aliviado e feliz, pagando menos que 1/3 dos juros que me foram concedidos por financeiras tradicionais do mercado”, explica.

Fernando entrou na plataforma como investidor há um mês e, desde então, já emprestou dinheiro a alguns bons pagadores. Além do David, também possibilitou que o Luciano, de São Paulo, pagasse as faturas atrasadas do cartão de crédito, evitando assim o rotativo do cartão de quase 10% ao mês. Já o pernambucano Ivan, pode comprar o equipamento que faltava em sua loja de rações e aumentar seu faturamento em quase 70%.

“Ajudar pessoas e ainda ter um bom retorno financeiro é maravilhoso. Encontrei nessa modalidade um novo sentido para meus investimentos, de maneira descomplicada e transparente”, afirma Fernando.

Liberdade financeira

Diferentemente de outras plataformas que existem no mercado, o Bullla é o único que não possui uma instituição financeira intermediando e formalizando os empréstimos entre pessoas. A plataforma é, em si, a instituição financeira – e não lucra com juros. A remuneração do negócio acontece pelo pagamento do serviço de análise de crédito, busca de investidor e formalização dos contratos.

Os interessados em obter empréstimo são classificados conforme um rating (AAA até C), e o investidor pode escolher para que perfil de tomador ele deseja emprestar. Os valores para concessão do empréstimo variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, em até 12 parcelas.

“Este novo modelo de negócio empodera as pessoas para a construção de uma comunidade em torno de seus interesses financeiros. Com o crescimento da comunidade, o Bullla vai criando um mercado completamente inovador, onde as pessoas são protagonistas. Especialmente num momento como este, que o coletivo, mesmo que com o distanciamento da quarentena, pode fazer a diferença para cada um de nós.”, afirma o cofundador do Bullla, Marcelo Villela.

O aplicativo já está disponível para download nas lojas da Apple e Android, e as transações também podem ser realizadas no site www.bullla.com.br. Lá os usuários podem fazer simulações para entenderem as possibilidades e benefícios que a plataforma oferece.



Website: http://www.bullla.com.br
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