17/04/2020 às 16h13min - Atualizada em 18/04/2020 às 00h00min

Covid-19 acelera transformações e projeta nova luz ao conceito Vuca

Para Wrobleski, o coronavírus é como um acelerador de futuro, pois ele está antecipando mudanças que já estavam em curso. Entre elas, cita o trabalho remoto, a digitalização dos negócios, a busca por sustentabilidade e por empresas com mais responsabilidade social.

DINO
http://www.pathfind.com.br


O mundo mudou. A pandemia veio como um tiro certeiro para nos fazer repensar hábitos, valores e prioridades. Acadêmicos e políticos dizem que a Covid-19 moldará nossa vida cotidiana daqui por diante, só não estão certos sobre a sua extensão e intensidade.

“Não se trata apenas de uma crise econômica na qual as pessoas deixam de consumir porque não tem dinheiro. Mas de repensar o que comprar e de quem comprar, como o produto foi produzido, transportado e vendido”, complementa Antonio Wrobleski, presidente do conselho da Pathfind, empresa de tecnologia que oferece soluções em logística. 

Como afirma Amy Webb, professora de previsão estratégica da Escola Stern de Negócios da Universidade de Nova York, temos uma escolha para fazer: queremos confrontar nossas crenças queridas e fazer mudanças significativas ou simplesmente queremos preservar o status quo? Em outras palavras, precisamos questionar o mundo em que vivemos e adaptá-lo – e quem sabe, melhorá-lo – para os novos tempos. 

Nesse sentido, um conceito já há alguns anos difundido no meio empresarial recebe ainda mais atenção: o Vuca, acrônimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ele tenta resumir a natureza dinâmica e imprevisível da contemporaneidade e a velocidade alucinante com que ela evolui e se transforma. Há, por fim, interdependência entre as coisas e múltiplas interpretações sobre um mesmo fato.

Levantamento feito pela KPMG em 2017, por exemplo, apontou que 72% dos CEOs consideravam que os próximos três anos seriam muito mais difíceis de gerir do que os 50 anos anteriores. Certamente, eles só não esperavam algo com o alcance e o impacto de uma pandemia. 

Logística verde

Para Wrobleski, o coronavírus é como um acelerador de futuro, pois ele está antecipando mudanças que já estavam em curso. Entre elas, cita o trabalho remoto, a digitalização dos negócios, a busca por sustentabilidade e por empresas com mais responsabilidade social.

“O impacto social e ambiental ganhou ainda mais força”, diz. “Assim como a transformação digital, que tem sido fundamental para que empresas deem mais agilidade aos processos e eficiência para as equipes. Palavras mágicas nos dias atuais”.

Por ser uma empresa de logística verde, que une tecnologia e sustentabilidade, a Pathfind se diz preparada para esse novo cenário.  Com seu otimizador de rota, ela busca rentabilizar cada quilometro rodado e, assim, por um lado gera economia no custo do transporte, por outro reduz as emissões de carbono na atmosfera.

“Temos orgulho de vender uma ferramenta que faz a otimização das rotas e não apenas sua roteirização. Uma ferramenta complexa que entrega simplicidade ao usuário final, diminui os quilômetros rodados, reduz o consumo de combustível e, por consequência, polui menos o meio ambiente”, afirma Wrobleski. “Mesmo assim, continuamos ampliando a plataforma e tornando-a mais inteligente. Tudo para oferecer ao mercado logístico tecnologia de ponta e uma Torre de Controle baseadas em dados”.

 



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