11/07/2019 às 15h42min - Atualizada em 11/07/2019 às 16h12min

De olho na Lei Geral de Proteção de Dados, empresa se antecipa com adequação às mudanças propostas

Neoconsig já segue há anos todas as normas do Banco Central sobre o assunto

DINO


Sancionada em agosto do ano passado, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entra em vigor a partir de 2020. Basicamente, a norma determina regras sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou jurídica de direito público ou privado. O objetivo é proteger os direitos fundamentais de liberdade, de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

Apesar das regras terem se tornado mais duras com a discussão da LGPD, muitas empresas brasileiras já se adequaram no desenvolvimento de tecnologias que garantam a proteção de dados. Estas instituições levam em consideração o caráter social da segurança destas informações e também o perfil de clientes que estão cada vez mais exigentes em relação ao sigilo de seus dados pessoais.

Uma das empresas que tem essa preocupação há anos é a Neoconsig. Especializada no desenvolvimento de tecnologias para o mercado financeiro e responsável pela gestão de crédito consignado em Estados e municípios de diferentes regiões do País, a Neoconsig sempre teve em seu patrimônio o sigilo de informações, principalmente dos dados financeiros e pessoais de cada servidor.

O presidente da empresa, Fernando Weigert afirma que a Neoconsig segue as regras de proteção ditadas pelo Banco Central há muito tempo e mantém a base de dados em data center coberto e resguardado por uma estrutura física e lógica de segurança da informação, além de todo um time especializado na área de segurança. “Antes mesmo do início da validade da Lei Geral de Proteção de Dados, a Neoconsig já resguardava os dados dos servidores. Em nenhuma circunstância permitimos acesso ou divulgação dos dados da nossa base, afirma Weigert.

Eficiência

No ano passado, em auditoria realizada pela KPMG, a empresa recebeu uma das melhores avaliações do segmento, em mais de 500 itens de governança, risco e compliance. “Seguimos revisando todos os pontos constantes da LGPD e da GDPR, que é a lei europeia. Estamos atentos a possíveis melhorias no nosso sistema e sistemática, afinal, nosso grupo também atua fora do país. Nosso time passará por treinamentos específicos nos próximos meses, a fim de adequar-se à legislação”, explica o presidente.

Para Weigert, o sistema financeiro brasileiro está entre os mais modernos do mundo e a LGPD leva o País ao alinhamento com normas internacionais. “Exportamos tecnologia bancária para o mundo todo, o que inclui todos os ecossistemas envolvidos. A nova legislação vai colaborar para o desenvolvimento do Brasil com outros Países, em ambientes seguros e controlados, onde o indivíduo também é protegido juridicamente em sua individualidade e desejos.

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